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O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) apresentou no dia 11 de fevereiro de 2010, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília (DF), a sua nova marca, que ganha mais presença
e realça os valores do Sicoob. O lançamento da nova identidade visual do Sicoob foi um dos momentos mais esperados do evento, denominado Pense Sicoob - Primeiro Encontro Nacional Sicoob Estratégico - que reuniu lideranças das cooperativas centrais e respectivas cooperativas filiadas das regiões Norte a Sul do País. A Coopcredi foi representada pelo seu presidente, Paulo César Pinto Ribeiro.
A alteração na identidade visual do Sistema Sicoob valoriza o principal patrimônio do Sicoob: as pessoas.
Consolida, asim, uma imagem institucional baseada em valores como
integração, crescimento mútuo, modernidade, credibilidade e solidez. O logo inicial se
transformou em três triângulos superpostos nas cores azul, verde e amarelo,
que juntos, reproduzem o código semântico da marca traduzido em
palavras como força, união, grupo, segurança, credibilidade e igualdade.
A revitalização da logomarca do Sicoob tem como conceito a evolução,
que simboliza o novo período de desenvolvimento do Sistema, tendo em
vista a mudança de patamar do cooperativismo de crédito em função da Lei
130, que cria o SNCC – Sistema Nacional do Cooperativismo de Crédito.
O Pense Sicoob discutiu o reposicionamento do Sistema frente às exigências do mercado de crédito nacional e foi marcado por duas importantes ações para o fortalecimento do mesmo: o lançamento da campanha nacional de divulgação da nova marca Sicoob e da Revista Sicoob, que irá integrar, em uma única publicação, as informações de todo o Sistema.
O
Sicoob é a sexta maior rede de serviços financeiros do País, servindo a
mais de 1,7 milhão de associados, organizados em 608 cooperativas de
crédito singulares, 14 centrais, uma confederação e um banco
cooperativo. Juntas, essas entidades constituem um dos maiores sistemas
cooperativos financeiros de crédito brasileiro, presente em 21 unidades
da federação.
O Sistema, embora já inserido em médios e grandes
centros urbanos, atua predominantemente, nas pequenas comunidades com
uma gestão que prioriza um modelo de agregação de renda. Estimula o
desenvolvimento de pequenos empreendedores, profissionais, trabalhadores
e suas comunidades – que teriam dificuldade de acesso ao sistema
financeiro convencional – praticando preços e taxas abaixo daquelas
observadas no mercado tradicional.
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